Inventário de emissões
Quantificação anual de gases de efeito estufa em CO₂ equivalente, com verificação metodológica.
- Escopo 1 — emissões diretas (frota, geradores)
- Escopo 2 — energia elétrica adquirida
- Fatores de emissão MCTI atualizados
Inventário de emissões pelo GHG Protocol, energia renovável certificada, meta de Aterro Zero e monitoramentos contínuos no entorno operacional. A dimensão ambiental do TCS é técnica, mensurável e auditável.
Emissões diretas (Escopo 1) e indiretas de energia (Escopo 2) medidas conforme GHG Protocol.
Meta de zero envio de resíduos para aterro, com priorização de reciclagem, reuso e compostagem.
Qualidade do ar, ruído e biodiversidade — controles contínuos no entorno do terminal.
ODS 3 · 6 · 7 · 9 · 11 · 12 · 13 · 14 · 15 da Agenda 2030 da ONU.
O TCS estrutura sua gestão climática a partir do GHG Protocol, com inventário anual de emissões nos Escopos 1 e 2 e plano de contratação progressiva de energia renovável certificada para a operação.
Quantificação anual de gases de efeito estufa em CO₂ equivalente, com verificação metodológica.
Estratégia de migração progressiva para energia renovável certificada (I-REC ou equivalente).
Roteirização inteligente, modal ferroviário e otimização de carga para reduzir intensidade de emissões por tonelada movimentada.
A meta de Aterro Zero estrutura toda a gestão de resíduos do TCS: hierarquia da prevenção, segregação na fonte, destinação ambientalmente correta e parcerias com cooperativas e operadores licenciados.
Redução na origem por revisão de processos e contratos com fornecedores.
Padrões internos de reuso de embalagens, paletes e equipamentos.
Segregação na fonte e encaminhamento a cooperativas e recicladores licenciados.
Tratamento biológico para resíduos orgânicos de áreas de apoio operacional.
Coprocessamento e recuperação energética quando aplicável.
Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) para 100% dos volumes gerados.
Logística reversa de pneus, óleo lubrificante, baterias e EPIs.
Indicadores de geração, destinação e taxa de desvio de aterro divulgados anualmente.
A operação convive com um conjunto de tecnologias dedicadas ao controle ambiental. São canhões de alta pressão, aspersão automatizada, monitoramento georreferenciado e barreira vegetal — instrumentos que reduzem impactos e protegem a qualidade do ar e o conforto acústico da região.
A instalação de 32 canhões de alta pressão, com capacidade de lançamento de até 70 metros, dá cobertura total ao pátio de carregamento. O sistema reduz em até 85% a emissão de material particulado.
Para controle de material particulado na operação, utilizamos sistema de aspersão automatizada, umidificação das vias internas por caminhão pipa e varrição mecânica diária, complementada por varrição manual.
Executamos os programas de controle de emissões atmosféricas e monitoramento de qualidade do ar, além do controle e monitoramento de ruídos. Os pontos de medição são distribuídos no perímetro do terminal e referenciados em mapa.
Visando conforto climático e melhor qualidade do ar, criamos uma barreira vegetal — uma cortina arbórea com plantio de aproximadamente 10 mil mudas de espécies arbóreas. A barreira mitiga a propagação de poeiras e ruídos para a vizinhança.
O terminal mantém programa permanente de monitoramento ambiental no entorno operacional, com indicadores reportados aos órgãos competentes e disponibilizados à comunidade.
Na dimensão ambiental, a matriz de materialidade do TCS identifica cinco temas-chave que orientam metas, indicadores e investimentos.
Nossa equipe de Sustentabilidade está disponível para esclarecer indicadores, metodologias e programas em curso.
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